
Porque as palavras me faltam, só te posso homenagear com estas palavras de Manuel Alegre, que tal como eu, não perdeu um animal de estimação, mas sim um amigo, que vai entrando a pouco e pouco e que acaba naturalmente por fazer parte de nós:
"“Sei que andas por aí, oiço os teus passos em certas noites, quando me esqueço e fecho as portas começas a raspar devagarinho, às vezes rosnas, posso mesmo jurar que já te ouvi a uivar, cá em casa dizem que é o vento, eu sei que és tu, os cães também regressam, sei muito bem que andas por aí.”
Oxalá tivesse uma lamparina de desejos...e pudesse sentir-te de novo.
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